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Como o BSC alavanca gestões estratégicas após OKRs?

Ewerton era um jovem profissional que assessorava o Comitê Executivo na empresa em que estava há mais de 2 anos. Ele era aplicado e atualizado em ferramentas de gestão, pois sua responsabilidade era levar ao COMEX as metodologias ágeis que facilitassem as tomadas de decisões dos executivos.

Recentemente Ewerton participou de uma Oficina OKR e estava deslumbrado com a praticidade daquela metodologia. Objective & Key Results, uma gestão de objetivos e resultadors, dava a ele a visão necessária para construção de metas e posteriores acompanhamentos.

Dr. Edimilson era o fundador da empresa e ainda um dos executivos do COMEX. Era um senhor na média de 70 anos de idade e muito produtivo e com uma aguçada visão de negócios. Desde que Ewerton chegara na empresa ele viu naquele rapaz um potencial a ser trabalhado e decidira, ele mesmo, ser um “tutor” daquele assessor jovem.

A empresa estava, agora, retomando fôlego para crescer e Dr. Edimilson encomendara a Ewerton uma apresentação resumindo quais tinham sido os principais OKRs (Objetivos & Resultados-Chave) gerados na última reunião gerencial da empresa, ocorrida há 2 semanas. Em poucas horas o relatório detalhado estava em suas mãos, mas algo o incomodara e ele não sabia o que era.

Lembrou de uma antiga funcionária da empresa, que estava muito próxima de se aposentar, D. Hermínia. Ela era uma das analistas seniores na Controladoria e há mais de 30 anos tinha sido uma das primeiras mulheres, no Brasil, a dominar uma ferramenta que na época ajudou a empresa a superar algumas dificuldades. Herminia era especialista em BSC – Balanced Scorecard (Painel de Indicadores).

Era exatamente o que ele precisava! No dia seguinte colocaria o jovem Ewerton em contato com a experiente Hermínia. Em outras palavras, reuniria duas ferramentas metodológicas de alto impacto: OKR e BSC … e tinha a certeza de que suas dúvidas seriam eliminadas.

Em 24 horas tudo entrou nos eixos. Hermínia e Ewerton, animados com o desafio, trabalharam em equipe como nunca antes. Interagiram e se completaram. Os OKRs que haviam sido construídos anteriormente foram espalhados e reclassificados em 4 grandes Perspectivas Estratégicas que o Balanced Scorecard trazia:

  • Finanças (como eles deveriam aparecer para os investidores)
  • Processos Internos de Negócio (em quais processos eles deveriam dar prioridade)
  • Clientes (como eles deveriam ser vistos pelos consumidores finais)
  • Aprendizado & Crescimento (como sustentar a habilidade de mudar e progredir)

Nas semanas que se seguiram todas as metas começaram a fluir com naturalidade e todas as áreas da empresa falavam a mesma linguagem: OKR & BSC.

Para cada ferramenta dessa existem técnicas específicas e metodologias para favorecer a aplicação e o monitoramento. Quer saber como?

Fale com os nossos especialistas pelo link: http://bit.ly/contatoattua

Jorge Pinheiro

Executivo Sênior da Attua Gente e Gestão

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