Gestão e Liderança

young woman, workspace, working-791849.jpg

Qual é a necessidade do Empresário desenvolver-se?

Se você é um empresário que se preocupa com o desenvolvimento da sua equipe, já é

um bom sinal. Porém se acha que não precisa se desenvolver, então você precisa tomar
cuidado! Todo gestor de negócio que busca excelência precisa estar a par de novidades,
notícias e busca constante de evolução. Se um empresário quer crescer com sua empresa deve
primeiro buscar o autodesenvolvimento. Todo crescimento começa primeiro com a gente!

O autodesenvolvimento faz com que os profissionais tenham mais foco e maior
capacidade para lidar com os desafios, além de serem mais adaptáveis a mudanças.
Exatamente o que um dono de uma empresa precisa, não somente se preocupar com isso para
o seu time. Todos devem estar no mesmo barco, buscando aprender e evoluir
constantemente, seja para potencializar seus talentos, ou para minimizar suas fraquezas.

E o exemplo é a melhor parte disso. Quando a equipe vê que o dono da empresa busca
se atualizar, trazer novas informações, se transforma junto com o negócio, os profissionais
percebem que precisam amplificar suas competências não somente técnicas, principalmente
as comportamentais.

A principal competência que precisa ser desenvolvida é a Liderança, isso é inegociável
para qualquer empresário. Como líder precisa se capacitar constantemente para ter
estratégias mais sólidas na gestão de pessoas e para isso precisa seguir alguns pontos
necessários:

– Estabeleça objetivos claros e envolventes para você e sua equipe, entendendo
profundamente o que quer atingir com as metas traçadas (se não as tiver, o sucesso pode
estar mais longe do que imagina);

– Entenda como identificar os profissionais com talentos, para ter as pessoas certas nas
atividades certas;

– Compreenda o potencial da sua equipe de liderança, quem são, quais são os diferentes tipos
e o ambiente ideal para cada um. São eles que “tocam” a equipe, que consequentemente
fazem o negócio “girar”;

– Amplie sua capacidade de comunicação assertiva, sabendo como se posicionar quando tiver
que tomar uma decisão, seja importante ou rotineira;

– Desenvolva a competência para resolver os conflitos entre metas pessoais e profissionais,
porque todos precisam estar envolvidos com a missão da empresa, mas lembre-se que cada
um tem seu propósito individual;

– Conheça profundamente os processos da sua própria empresa, compreendendo que ela
sempre se modificará e precisará de adaptações constantes;

– Desenvolva a capacidade de se autoavaliar e se transformar de acordo com o que for dado a
você como feedback. É importante buscar retorno da sua equipe, principalmente dos seus
liderados diretos;

– Conhecer-se melhor para entender os próprios comportamentos e como utilizar a
inteligência emocional, sendo exemplo para todos à sua volta.

Parece muita coisa e é mesmo. Buscar mentores, trocas constantes com outros
empresários, cursos de atualização e desenvolvimento pessoal são alguns dos caminhos
essenciais neste caminho de evolução profissional e do negócio. Seja o primeiro a “subir as
escadas” e terá muitas pessoas te seguindo.

Precisa de ajuda para se desenvolver e atingir os resultados esperados para a sua empresa
e sua equipe? Conte com uma equipe multidisciplinar, que vai além da gestão de pessoas. Fale
com a gente em http://bit.ly/contatoattua

Aprenda a desenvolver-se! É um caminho importante para qualquer empresário e negócio.

Adriane Boueri
Diretora de Operações de RH
Attua Gente e Gestão

meeting, team, workplace-1245776.jpg

Como o BSC alavanca gestões estratégicas após OKRs?

Ewerton era um jovem profissional que assessorava o Comitê Executivo na empresa em que estava há mais de 2 anos. Ele era aplicado e atualizado em ferramentas de gestão, pois sua responsabilidade era levar ao COMEX as metodologias ágeis que facilitassem as tomadas de decisões dos executivos.

Recentemente Ewerton participou de uma Oficina OKR e estava deslumbrado com a praticidade daquela metodologia. Objective & Key Results, uma gestão de objetivos e resultadors, dava a ele a visão necessária para construção de metas e posteriores acompanhamentos.

Dr. Edimilson era o fundador da empresa e ainda um dos executivos do COMEX. Era um senhor na média de 70 anos de idade e muito produtivo e com uma aguçada visão de negócios. Desde que Ewerton chegara na empresa ele viu naquele rapaz um potencial a ser trabalhado e decidira, ele mesmo, ser um “tutor” daquele assessor jovem.

A empresa estava, agora, retomando fôlego para crescer e Dr. Edimilson encomendara a Ewerton uma apresentação resumindo quais tinham sido os principais OKRs (Objetivos & Resultados-Chave) gerados na última reunião gerencial da empresa, ocorrida há 2 semanas. Em poucas horas o relatório detalhado estava em suas mãos, mas algo o incomodara e ele não sabia o que era.

Lembrou de uma antiga funcionária da empresa, que estava muito próxima de se aposentar, D. Hermínia. Ela era uma das analistas seniores na Controladoria e há mais de 30 anos tinha sido uma das primeiras mulheres, no Brasil, a dominar uma ferramenta que na época ajudou a empresa a superar algumas dificuldades. Herminia era especialista em BSC – Balanced Scorecard (Painel de Indicadores).

Era exatamente o que ele precisava! No dia seguinte colocaria o jovem Ewerton em contato com a experiente Hermínia. Em outras palavras, reuniria duas ferramentas metodológicas de alto impacto: OKR e BSC … e tinha a certeza de que suas dúvidas seriam eliminadas.

Em 24 horas tudo entrou nos eixos. Hermínia e Ewerton, animados com o desafio, trabalharam em equipe como nunca antes. Interagiram e se completaram. Os OKRs que haviam sido construídos anteriormente foram espalhados e reclassificados em 4 grandes Perspectivas Estratégicas que o Balanced Scorecard trazia:

  • Finanças (como eles deveriam aparecer para os investidores)
  • Processos Internos de Negócio (em quais processos eles deveriam dar prioridade)
  • Clientes (como eles deveriam ser vistos pelos consumidores finais)
  • Aprendizado & Crescimento (como sustentar a habilidade de mudar e progredir)

Nas semanas que se seguiram todas as metas começaram a fluir com naturalidade e todas as áreas da empresa falavam a mesma linguagem: OKR & BSC.

Para cada ferramenta dessa existem técnicas específicas e metodologias para favorecer a aplicação e o monitoramento. Quer saber como?

Fale com os nossos especialistas pelo link: http://bit.ly/contatoattua

Jorge Pinheiro

Executivo Sênior da Attua Gente e Gestão

office, office desk, laptop

Gestão de Objetivos e Resultados Chave – Sua Empresa tem isso?

Agora que você já sabe da importância que se tem em jogar o Jogo do Poder para que seus Projetos sejam bem-sucedidos, podemos falar sobre Gestão de Objetivos e Resultados Chave.

Helena entendeu o quanto era importante identificar os estilos das pessoas que orbitam sua vida e possuem grande interferência em seus projetos.

Antes de qualquer movimentação, mapeou o poder e identificou cada personagem. Aprendeu a Jogar o Jogo e percebeu que já estava pronta para dar novos passos para suas conquistas, mas não sabia por onde começar.

Tinha excelentes ideias, muitas perspectivas, pensava que estava tudo muito bem definido e claro em sua cabeça sobre onde queria chegar, mas tudo pairava na subjetividade, não conseguindo tangibilizar suas expectativas tanto para ela e muito menos para as pessoas ao seu redor, o que dificultava atingir seus objetivos.

Até que Helena buscou apoio com profissionais especialistas e conheceu o OKR.

Você sabe o que é OKR?

OKR, um acrônimo das palavras em inglês Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados Chave), e é um sistema de metas completo, baseado em princípios ágeis de gestão.

E mais do que um sistema de metas é uma ferramenta de transformação, que promove alinhamento, comunicação, propósito e engajamento.

E foi exatamente o que Helena precisava, transformou suas ideias que estavam no campo da subjetividade em objetividade e deixou tudo mais claro tanto para ela, quanto para todos ao seu redor, e jogando o jogo do Poder, ela sabia exatamente quem poderia envolver em cada objetivo definido.

Objetivo é o que se deseja alcançar, é o seu sonho…deve ser aspiracional e inspirador, não numérico, de linguagem simples e pode ser ambicioso ou comum.

Helena tinha vários objetivos, mas o maior de todos, o seu principal sonho era o de transformar a sua empresa em uma referência nacional no mercado de atuação.

Quando começou a descrever o que sonhava, sentia como algo muito distante, até que foi percebendo que era um sonho extremamente ambicioso, mas viável de ser alcançado.  Pessoas favoráveis ao seu Sonho, se inspiraram, conheceram o propósito, entenderam seus papéis e se engajaram nessa jornada.

Mas faltavam alguns fatores importantes nesse sonho…Como Helena saberia que alcançou o seu objetivo? Quais os resultados chave demonstrariam que ela realizou o sonho?

Os Resultados Chave têm que ser resultados, não podem ser atividades rotineiras.

Precisam ser quantitativos, ter métricas – KPIs, devem ser desafiadores, mas não impossíveis SMART (Específico, Mensurável, Atingível, Relevante e Temporal), tem um número. Pode ser baseado em resultados: Aumentar/reduzir de X para Y, ou podem ser patamares: atingir nível X.

E é fundamental que tenha um acompanhamento com ciclos curtos (mensal ou trimestral) para que se observe os resultados para identificação se o objetivo está sendo ou não atingido.

Helena definiu 3 resultados chave para o seu objetivo.

Atingindo esses resultados, era o que a demonstraria o atingimento do seu objetivo.

Helena compartilhou com seus apoiadores, que inclusive ajudaram-na no processo de construção e planos de ação foram traçados com definição clara de papeis e responsabilidades de cada um em cada etapa.

Todos os envolvidos participavam do acompanhamento, e faziam os ajustes necessários. A comunicação era frequente, de forma clara e transparente.

Dessa forma, toda a caminhada fazia mais sentido, pois todos sabiam para onde estavam indo e se sentiam fazendo parte dessa jornada.

O objetivo deixou de ser da Helena e passou a ser de todos.

Quer saber mais sobre como atingir seus objetivos através da estratégia de implantação OKR? Fale com nossos especialistas pelo link: http://bit.ly/contatoattua

Danielle Dias

Executiva Sênior da Attua Gente e Gestão

paper, business, finance

Quer toda a equipe desenvolvida, mas não quer se envolver?

Vivo no mundo de pequenas e médias empresas há muitos anos, porque além de ser
filha de empreendedor, trabalhei em muitas empresas que a gestão era direta com o dono do
negócio. Apesar de ter tido a experiência em multinacionais, sempre achei que as empresas
menores eram menos burocráticas, mais rápidas em suas decisões e muito mais preocupadas
com as pessoas de forma genuína, que para mim fazia muito mais sentido.

Nas empresas que tenho relação direta com o próprio empresário, clientes da Attua, todos
eles entendem perfeitamente que a gestão de pessoas não é mera formalidade, muito pelo
contrário! Empresário que quer ter RH e acha que vai parar de se envolver com os problemas e
desafios da equipe está muito enganado. Não precisa entrar na operação, mas a gestão do
todo é realmente importante!

Gestão de negócios é gestão de equipes, independente se tem alguém tocando os projetos
e processos de RH. Quem disse para você que ao abrir uma empresa, crescer com ela, só
precisaria se preocupar com a gestão financeira e comercial do seu negócio? Se falaram isso,
te deram uma informação errada.

A estratégia de recursos humanos é algo bem delicada, que precisa de conhecimento
técnico e experiência na área, sem dúvida, mas isso não quer dizer que as tomadas de decisão
devem ser feitas sem o envolvimento de quem diretamente gere o negócio: o empresário!
Quando falo sobre tomadas de decisão estratégicas em gestão de pessoas me refiro ao
que tem de mais importante no negócio: quem faz a engrenagem rodar. Sem as pessoas que
atendem seus clientes, que operacionalizam as atividades e processos, que crescem com a
empresa, sem você precisar estar diretamente fazendo o que elas fazem, sua empresa não
cresce. Se não cresce, não precisa de mais pessoas e consequentemente, em algum momento,
vai estagnar. Quem quer que aconteça isso? Eu não quero na minha, espero que não queira na
sua também.

Eu ouvi algum tempo atrás de um empresário, com mais ou menos 30 colaboradores,
exatamente isso: “eu quero ter uma área de RH para não ter que me preocupar com as
pessoas e com o que elas estão fazendo”. Fui bem direta com ele: “então feche sua empresa.
Porque se não quiser compreender o que fazer com os profissionais da sua equipe, de forma a
crescer com elas e com seu negócio, não tenha área de RH e nem mais nada. Não existe gestão
estratégica sem envolver o tema PESSOAS!”.

Estratégia de RH tem relação com o desenvolvimento de gestores, da equipe operacional,
de medição de desempenho, da otimização de comunicação corporativa, de alcance de metas
através de gestão de produtividade, e se o empresário não abranger este tema em suas
reuniões para tomada de decisão com sua equipe (ou com a nossa equipe!), não terá chance
de ter um crescimento sustentável, mantendo a equipe engajada e satisfeita, para que ela
traga os resultados que precisa para a sua empresa.
Precisa de ajuda para ter objetivos claros e diretivos para o negócio, do ponto de vista de
gestão de pessoas, para que os colaboradores pensem como donos do negócio?

Conte com uma equipe para esse processo, porque isso está além da gestão de pessoas,
isso é gerir seu negócio de maneira clara e assertiva.
Fale com a gente em http://bit.ly/contatoattua

Adriane Boueri
Diretora de Operações de RH
Attua Gente e Gestão

Definindo Metas para o seu Negócio em tempos de Crise

Ter um objetivo bem definido é primordial para o negócio, mesmo em tempos de crise.
Se o cenário mudou, o objetivo também irá mudar, mas ele precisa estar bem definido e bem
disseminado entre todos os integrantes da Equipe para que se alcance o objetivo traçado.
No cenário atual de incertezas sobre como o mercado responderá, sem históricos para apoio
nas definições, busque pelo processo de coconstrução com a Equipe, pois essa ação, além de
estimular a participação de todos, utilizando toda a base de conhecimentos e criatividade dos
colaboradores, irá promover o envolvimento e engajamento de todos nos objetivos propostos.
É momento de se reinventar, em resultados, processos e pessoas.
Faça um levantamento com a Equipe de tudo que se pode alcançar durante esse período, não
deixe que as limitações do momento, impeça de identificar as oportunidades que estão à
volta.
Não subestime nenhuma nova ideia e avalie todas as possibilidades, identificando as
viabilidades, sem perder o foco.
Ao identificar as viabilidades, busque a organização para fazer com que as coisas aconteçam
dentro da organização. Defina os objetivos do negócio, defina a sua META.
Para isto será necessário refletir sobre vários aspectos, desta forma, para auxiliá-lo neste
processo, indico a utilização da META SMART para esta definição.
SMART vem das iniciais em inglês dos principais requisitos para que uma meta seja alcançada
com sucesso, são elas:

Specific – Específica
Quanto mais específica for a sua meta, mais visão você terá dos recursos que serão
necessários para alcançá-la. Nesta etapa, pense no que você quer para o negócio, atentando-
se para os detalhes, descreva-os e defina o tempo para alcance.

Measurable – Mensurável
Para que você possa acompanhar o processo de alcance da meta e definir quando ela foi
atingida será necessário a definição de indicadores de mensuração.
Pensar em quais serão os dados que farão você perceber que está se aproximando do
atingimento da meta.

Attainable – Atingível
A meta tem que estar no alcance das possibilidades e realidade do seu negócio, sendo
atingível.
Pensar em quais recursos que serão necessários para alcançá-la que dependerão da sua
Equipe, e o que dependerá de outros aspectos.

Relevant – Relevante
Deverá ter um significado emocional, de acordo com a missão e valores da empresa.
Pensar no que essa meta irá representar para o negócio, após tê-la atingido. Quais serão os
efeitos positivos. Neste momento, imagine a meta já alcançada e crie uma representação
disso, que poderá ser com imagem, som, pessoas, cheiro e/ou palavra.

Timely – Temporal
A meta tem que ter prazo estipulado para o alcance. Pois, quando não se tem um prazo
estipulado para conclusão das coisas, não existirá cobrança e perde-se o foco e o
planejamento para o alcance.

Pronto! Agora que já utilizou esse conceito para definição de meta para o seu negócio, agora é
o momento de definir as metas da Equipe. Cada Liderança deverá fazer esse exercício com sua
Equipe e todos deverão ter uma meta com a base no negócio.
E assim, você e sua Equipe saberão onde querem chegar, e estarão prontos para passarem por
esses tempos, digamos que, “diferentes”.

Bom trabalho!!!

Dani Dias
Executiva de RH – Attua Gente e Gestão
Um RH para você chamar de SEU!

Consciência Social – Coronavírus

Empresários brasileiros, em nenhuma outra época tivemos que nos mobilizar tão rapidamente e mudar a nossa forma de trabalho e das relações profissionais de um dia para a noite. As organizações no país, de todos os segmentos, estão buscando alternativas para minimizar o risco de contágio da população, seja porque já existe a recomendação dos órgãos governamentais, ou porque sabemos da nossa responsabilidade social.

Estamos buscando estar a par das notícias e trocar experiências com RH’s e Diretores de outras empresas, pequenas, médias e grandes, para saber como e o que fazer em relação aos cuidados e prevenções quanto organização, além de acompanhar informativos do Ministério do Trabalho, que tenham informações diretas e objetivas para esse momento.

Para que possa ficar a par, seguem alguns exemplos que estão sendo adotados por empresas, que é claro, dependem de variáveis quanto negócio, segmento, cultura, entre outras coisas:

*Flexibilização de horário, com eventual redução de carga horária, para que tenha menos impacto de aglomeração nos transportes públicos;
*Home office, para quem seja possível, e tiver recursos como tecnologia e atividade online;
*Evitar reuniões com portas fechadas e que as pessoas estejam a menos de 2m de distância uma da outra;
*Se tiver espaço físico grande, separe os profissionais, com a mesma distância citada acima;
*Distribuição de álcool em gel para cada colaborador e incentivo ao uso frequente, aumentando a limpeza do ambiente de trabalho;
*Avaliação individual de cada colaborador, caso tenham viajado nos últimos 15 dias para fora do estado ou país, buscando entender a rota de casa-trabalho-casa e se for necessário e ainda tiver contato com pessoas de risco, manter em casa esse profissional, sem prejuízo de salário;
*Considere dividir a rotina de trabalho em equipes A e B para reduzir o número de pessoas no local de trabalho a qualquer momento e reduzir o risco de infecção, nos próximos dias.

É provável que o surto do vírus afete os colaboradores de maneiras diferentes. Isso afetará desproporcionalmente algumas pessoas, por exemplo, se as escolas fecharem e mães e pais precisarem ficar em casa. Alguns profissionais vão precisar continuar trabalhando, enquanto outros se isolam ou param de trabalhar, e então atue com justiça no seu ambiente profissional, e avalie casos excepcionais. Alguns moram com idosos e/ou pessoas caracterizadas como de alto risco (transplantadas, com síndromes, diabéticas, etc), e isso pode influenciar na sua produtividade. Fique atento a esses detalhes.

Se precisarem de qualquer apoio, estamos dispostos a ajudar, lembrando que não daremos conselhos jurídicos, porém temos nesse momento o dever de apoiar e compartilhar boas práticas.

O que preciso fazer para que a equipe pense como dono do negócio?

Engajar colaboradores no propósito da empresa é uma das ações mais desafiadoras de pequenos e médios empresários. Não somente porque estamos lidando com pessoas e cada uma tem seu jeito de se envolver com o negócio e entregar resultados, mas principalmente porque não sabem como fazer isso. Acreditam que muitos querem um emprego e não um trabalho, são conformados com a posição que estão e não tentam evoluir ou melhorar, e por isso acabam concluindo que todos estão ali só para ganhar salário. Mas fique atento: muitos não são todos!

Será que no papel de líder, como gestor de pessoas, você está envolvendo os colaboradores para que eles pensem como donos do negócio? Essa é a provocação que quero fazer nesse artigo.

Conseguir o comprometimento do colaborador para que foque no resultado da empresa é uma tarefa diária e exige a compreensão dos anseios, angústias e ambições individuais. Para levantar isso existe uma demanda de tempo e esforço do empresário, com o mesmo peso de planejar financeiramente ou estrategicamente seu negócio. Gerir pessoas é uma via de mão dupla, você precisar dar para poder receber. E não adianta pensar que já paga o salário e isso basta. O ser humano precisa de muito mais que isso. É provado que a necessidade de Realização Pessoal é de fato real. É isso que precisa ser desenvolvido na relação.

Hoje em dia uma competência muito discutida é de intraempreendedorismo. O conceito dela basicamente é sobre a prática dos colaboradores darem ideias para a rotina diária, inovarem em processos já existentes e buscarem novas oportunidades e alternativas para que a empresa tenha um melhor funcionamento. Já vi isso acontecendo em algumas empresas, e garanto, elas estão alguns passos à frente de quem não despertou para esse envolvimento das equipes.

Parece não ser real isso acontecer? Mas acontece sim, em empresas que apoiam e reforçam esse tipo de comportamento, sejam elas grandes, médias ou pequenas. O que precisa ser feito é incentivar a criatividade e estar aberto às novidades que a equipe traga, sempre dando feedback e acompanhando as suas ideias e atividades.

Existem diversas formas de engajar os colaboradores, mas a mais importante é gerar a confiança da relação. Devemos mostrar ao outro que é importante para o negócio e através de ações práticas e rotineiras pode se ter o engajamento tão esperado.

Me conte como faz para envolver seus colaboradores com os resultados da sua empresa. Ficarei feliz em apoiar te dando ideias.

Quer saber como planejar ações para engajar seus colaboradores?

Entre em contato com a gente que pensaremos juntos como podemos apoiá-lo com as nossas soluções.

Até a próxima!

Adriane Boueri
Diretora de Operações

Parece que falo e nenhum colaborador me entende!

Manter uma comunicação eficaz na sua empresa é um desafio constante para gestores e empresários. A perda de produtividade pode vir de uma comunicação falha e causa um ambiente de trabalho ruim, com muita fofoca e perda de confiabilidade (inclusive pelos clientes!).

Você sabia que a implementação de práticas de comunicação torna as empresas 5 vezes mais propensas a ter colaboradores mais engajados e 20% mais propensos a ter uma menor rotatividade? Percebe como o tema é muito importante para seu negócio? A capacidade de envolver colaboradores em torno dos objetivos de uma empresa é uma das habilidades mais exigidas dos gestores do século XXI.

Existem muitas técnicas e metodologias que podem ser aplicadas, mas a principal característica é: seja franco! Uma pessoa pode ser franca com relação a qualquer assunto, sem ser ofensiva. O importante é deixar as emoções e as opiniões pessoais de fora da conversa, ser o mais profissional que pode e trazer dados e fatos, sempre que possível.

O óbvio precisa ser dito, lembre-se disso sempre! Uma boa comunicação com a equipe vem com toda a delegação de responsabilidades de maneira clara e prática. O que um entende pode ser o que outro não está entendendo. Mesmo que o gestor saiba com clareza os objetivos o que quer alcançar e como pretende fazer isso, de nada irá adiantar se ele não souber transmitir essa informação aos colaboradores. E da forma que eles entendam, não do jeito que você entende.


Quero lhe passar 5 dicas práticas para que comece
desde já treinando a sua forma de comunicar-se:

1 – Transmitir segurança ao falar, em vez de ameaça, e encorajar os demais a se expressarem com honestidade;

2 – Tenha 5 ou 10 minutos de reuniões diárias com sua equipe. Além disso, tente escrever um relatório de progresso para prestação de contas que contenha uma comunicação clara;

3 – Faça reuniões semanais ou quinzenais (no mesmo dia, na mesma hora) com dados mais específicos e importantes para o negócio, para realmente melhorar a comunicação e assim a produtividade. Isso gera maior responsabilidade nos membros da equipe;

4 – Utilize de painéis informativos (murais) ou locais online que sabe que pode guardar as informações. Existem boas ferramentas para isso (podemos tomar um café e conversar a respeito delas).

Importante também no momento do feedback, que pode ser individual ou em grupo, é ser um bom ouvinte. Se você possui a habilidade de escutar as pessoas, certamente conseguirá receber feedbacks mais frequentes e relevantes da equipe — não somente sobre os resultados em si, mas também do seu próprio desempenho como gestor.

Quando o gestor investe na comunicação com a equipe, certamente conseguirá estabelecer conversas mais relevantes com seus colaboradores e fazê-los se sentirem valorizados. E sem dúvida crescer com seu negócio, algo muito importante para você!

Te convido a tomar um café para levantarmos ideias sobre a sua comunicação com seus colaboradores. Mande uma mensagem que entrarei em contato em breve.

Até!

Adriane Boueri
Diretora de Operações

5 dicas para formar uma equipe campeã!

“O técnico sempre perde o jogo. Quem o vence é o time”. Apesar de o clichê ser pertinente nesse ano de
Olimpíadas, a ideia inserida nas frases é atemporal no mundo corporativo. E não é complicado entender o porquê: por mais que queira, um coordenador ou gestor sozinho não é capaz de produzir os resultados que a empresa espera. Muito menos vai ter pessoas produtivas se as tratar como um grupo subordinado, apenas.

Um gestor só vai alcançar as metas estipuladas pela direção se puder contar com uma equipe equilibrada, madura e alinhada com os objetivos da empresa. Pensando nisso, preparei 5 dicas valiosas para você formar uma equipe campeã na sua empresa. Confira!

1. ELEJA LÍDERES, NÃO CHEFES

Essa dica não é a primeira por acaso. A liderança é uma qualidade essencial – para não dizer a mais importante – para o sucesso de qualquer corporação, independentemente do seu porte. Mas muitas pessoas dentro das empresas ainda tem dificuldade em distinguir um líder de um chefe.

O primeiro é aquele que engaja seus parceiros e os motiva a produzir de forma inteligente e prazerosa. Os chefes, no entanto, remetem às antigas empresas nas quais uma figura rígida assumia o controle de tudo. Aos seus subordinados só restava obedecer, sem questionar ou acrescentar ideias novas. Fuja desse padrão!

2. LIDERE PELO EXEMPLO

A melhor maneira de ensinar um caminho é passando por ele. Então, para ter uma equipe afinada, o melhor a se fazer é mostrar, no dia a dia, a melhor forma de conduzir o trabalho. Se os gestores são disciplinados, eles serão exemplos para outros colaboradores.

O líder que é focado e disciplinado, sem perder a gentileza e a boa vontade em auxiliar os seus colegas, das questões mais simples às mais complexas, certamente será admirado e respeitado por toda a equipe, reforçando na prática o conceito de liderança.

3. SELECIONE OS MELHORES PROFISSIONAIS

Não adianta a empresa investir em treinamentos e contar com líderes excepcionais se a equipe não souber tirar proveito disso. Por isso é tão importante que os membros estejam realmente aptos aos cargos que ocupam.

E engana-se quem pensa que a seleção seja tarefa exclusiva do departamento de recursos humanos.
Também cabe ao gestor de cada área avaliar a conduta de sua futura equipe. Além da experiência
profissional e formação específica, o colaborador ideal reúne características interpessoais como fácil
relacionamento, espírito colaborativo, foco nos resultados, disciplina, proatividade e respeito às
hierarquias, entre muitas outras.

4. GARANTA OBJETIVOS ALINHADOS ENTRE COLABORADORES E EMPRESA

O sucesso no mundo corporativo tem relação direta com os objetivos traçados. Vou explicar melhor.
Imagine uma empresa de serviços que tem como objetivo principal se tornar líder do mercado nas
principais capitais do país em 3 anos, sendo que atualmente ela ocupa a 2º posição. Para alcançar essa marca, a empresa vai ter que contar com uma equipe que pense junto com ela, ou seja, que esteja disposta a trabalhar duro em 3 anos para obter benefícios futuros, com a planejada prosperidade da empresa.

Nesse caso, contar com colaboradores extremamente qualificados não bastará. Será imprescindível que os objetivos pessoais e profissionais deles estejam em sintonia com os da instituição naquele momento e que, através de cursos e treinamentos, eles se tronem mais preparados para o momento.

5. PLANEJE METAS PARA EQUIPE

Com os objetivos traçados e os líderes identificados, chega o ponto mais importante: o planejamento. Essa etapa é fundamental para que os colaboradores realmente tenham meios para atuar de forma eficaz. As estratégias definidas aqui levarão a equipe aos objetivos e, por consequência, a empresa ao sucesso.

Por fim, deixo uma dica extra! A técnica DISC, também conhecida como uma metodologia de análise de
perfil comportamental, é uma ferramenta extremamente útil para os gestores que desejam uma equipe
campeã, já que auxilia o líder a identificar o potencial mais forte em cada membro dessa equipe. Invista
sempre em cursos e treinamentos, já que a atualização reforça os conceitos explicados nesse artigo.

Precisa de ajuda para ter continuidade nos projetos de gestão de pessoas na sua empresa?

Entre em contato conosco: http://bit.ly/contatoattua

Jorge Pinheiro
Consultor Sênior da Attua Gente e Gestão

Traçando um plano de ação para o seu negócio, a partir da meta definida

No último artigo publicado, tratamos sobre a importância de saber onde se quer chegar e da definição de metas. Agora, que você já sabe onde quer chegar, é importante traçar o plano de ação para que você consiga alcançar os seus objetivos.

Para auxiliá-lo nesse processo, indico a utilização da ferramenta 5W2H.

Essa ferramenta surgiu a partir do conceito de Gestão de Qualidade Total, que consiste na estratégia de administração com ênfase na garantia da qualidade de todo o processo, passando pelo planejamento, desenvolvimento, execução, controle, acompanhamento e melhoria contínua.

Recebeu o nome 5W2H devido a primeira letra das palavras inglesas: what (o que), who (quem), when (quando), where (onde), why (por que), e das palavras iniciadas pela letra H, how (como), how much (quanto custa) e é apresentada através de formulário para execução e controle de tarefas que atribui responsabilidades e determina as circunstâncias em que o trabalho deverá ser realizado.

Assim, a partir da definição da sua meta, você poderá traçar o seu plano de ação para alcançá-la, utilizando-se dessa ferramenta, conforme orientações abaixo:

What? – O que?
O que precisa ser feito para alcançar a meta traçada? Qual ação será executada?
Cada meta traçada poderá ser destrinchada em diversas ações diferentes e cada uma delas deverá ter todos os próximos passos.

Who? – Quem?
Quem executará essa ação? Quem serão os responsáveis por essa ação?
Nesse momento, é muito importante informar todos os envolvidos, sejam pessoas, empresas, etc.

Where? – Onde?
Onde a ação será executada? Qual será o local/ambiente de execução dessa ação?
Nesta questão, pode se tratrar de local físico ou se tratar de uma área/departamento.

When? – Quando?
Quando a ação será executada?
Essa etapa é de bastante importância no plano de ação, pois ela delimitará o tempo em que a ação tem para ser executada. Sem determinação do prazo, do tempo, dificulta o controle de realização da ação, comprometendo todo o planejamento.

Why? – Por quê?
Por quê a ação será executada? Qual o motivo dessa execução?
Essa etapa demonstra a importância e a razão pela qual a atividade não pode deixar de ser realizada.

How? – Como?
Como a ação será executada?
Atenção aos detalhes, escreva a ação passo a passo, quanto maior a riqueza das informações, as ações se tornam mais claras e mais facilmente se obtém tudo que precisa ser feito. Escreva tudo, por mais simples que possa parecer, esse é o momento e cada detalhe é fundamental.

How much? – Quanto custa?
Quanto custará para essa ação ser executada?
Essa questão aponta para a viabilidade da realização da ação, pois demonstra o que será necessário em relação ao investimento financeiro para conclusão dessa etapa.

Contribuo com mais um “W” nessa ferramenta, que trata dos indicadores que me mostrarão que estou me aproximando dos resultados desejados.

Wich indicators? – Quais indicadores?
Quais os indicadores de mensuração serão utilizados?
Esse indicador apontará para o resultado que pretende alcançar com a ação definida.

Agora, você já está preparado para colocar em prática o seu plano de ação, alcançar a sua meta tão desejada e atingir os seus melhores resultados, mas não se esqueça de acompanhar o andamento do seu planejamento, adequando o sempre que necessário, porém sem perder o seu foco final.

Bom trabalho!
Se precisar da nossa ajuda, estamos por aqui 😊

Dani Dias
Executiva de RH // Attua Gente e Gestão

Nós sabemos o que sua empresa precisa em RH!

Faça seu Diagnostico de RH gratuito e de o primeiro passo nessa trilha!